Lazer e Consumo
A
proposta de estudo do processo de construção das identidades,
utilizando especificamente o caso do nudismo, em referência à
transformação do lazer e do consumo na sociedade contemporânea,
demanda de início uma designação dos significados
dos conceitos de lazer e consumo.
A primeira noção,
a de lazer, pode ser definida por meio de sua diferenciação
em relação à de tempo livre. Segundo De Grazia (1996),
a noção de lazer viria da idéia de ócio da
antiguidade, que significava a isenção de obrigações,
havendo, assim, o tempo necessário para a reflexão: para
Platão e Aristóteles, a contemplação era a
melhor forma de se encontrar a verdade e os gregos consideravam-na algo
divino. Posteriormente, para Tomás de Aquino, a contemplação
permite ver a Divindade no cosmos. No final da Idade Média, a grandeza
do homem passa a não mais se encerrar na sua capacidade de contemplação,
mas também em sua habilidade para submeter a natureza à sua
vontade. A partir do Renascimento, a idéia clássica de que
a felicidade só aparece no ócio, passa para a de ação
e transformação. Se antes o ócio levava a Deus, agora
é o trabalho que leva, principalmente após a Reforma Protestante.
No mundo contemporâneo
o lazer se converteu em tempo, afastado da contemplação,
do cultivo da mente e das idéias. O conceito de tempo livre surgiu
deste tempo cronometrado do relógio do mundo industrial. Por isso,
confundir lazer com tempo livre nos dá a ilusão de que a
industrialização fornece trabalho e também o lazer,
isto é, tempo livre. Porém, o ideal de lazer é um
estado de isenção de obrigações, não
podendo ocorrer num tempo livre se este está ligado ao tempo do
trabalho e do relógio (Thompson, 1991).
Sob
a ótica do tempo-mercadoria, tanto o tempo de trabalho como o de
não-trabalho estão permeados pela lógica da produtividade
e da utilidade. Por isso, De Grazia diz que o lazer desaparece no mundo
industrial, onde tudo deve ser justificado pela utilidade (Bruhns, 2002).
Esta noção
de lazer, que atrelada ao tempo livre remete à noção
de lazer como uso do tempo-mercadoria, permite que as atividades de lazer
sejam consideradas como práticas de consumo, possibilitando várias
interpretações, como os dois paradigmas da sociologia da
cultura: o frankfurtiano, no qual o consumo é visto como epifenômeno
da produção cultural, e o de Bourdieu, concentrado nos processos
de reprodução das diferenças e desigualdades sociais
por meio da acumulação de capital simbólico e econômico
(Arantes, 1993:12).
Arantes
propõe a consideração do lazer como consumo, como
“acesso (social), aquisição (material) e uso (prático
e simbólico) diferenciado de recursos no contexto de sistemas de
relações sociais e ordem moral” (Idem: 21).
Alargando a compreensão de Bourdieu, entende consumo como práticas
nas quais se experimentam realidades que não são necessariamente
contraponto ou reforço ideológico das formas dominantes de
diferenciação social, mas a possibilidade de vislumbrar-se
o que se deseja e imagina (Bruhns, 2000:13).
Baudrillard (1975)
também utiliza a idéia de diferenciação para
explicar o consumo no capitalismo. Para ele, os objetos não se remetem
a uma função ou necessidade definida, mas sim à lógica
social ou do desejo, ambas a serviço do inconsciente da significação.
A satisfação edifica-se sobre três lógicas diferentes:
a do valor de uso, a do valor de troca e a da lógica social.
A sociedade de consumo elimina a conexão entre objeto e sua função
definida, criando a outra entre objeto e lógica social, ou lógica
do status. Baudrillard supera a noção de utilidade do racionalismo
marxista e introduz o consumismo supérfluo e irracional. O consumo
de objetos/sinais simultaneamente diferencia o indivíduo, permitindo
filiação ao grupo, e também o distingue dos demais.
De um lado, consumo é individual e individualizante; de outro, ele
apenas agrega os indivíduos;agrega porque diferencia (Arantes, 1993:14).
Se
o tempo para Baudrillard é uma mercadoria, sendo o tempo de trabalho
vendido e comprado para a produção de mercadorias e o tempo
de não-trabalho um tempo ganho, não há distinção
essencial entre os tempos, estando presente em ambos as normas e constrangimentos
relacionados ao trabalho. Este conceito de tempo existe em Thompson e De
Grazia, que mostram como o relógio possibilitou o conceito de tempo
linear no capitalismo industrial, e como as maquinas trouxeram a ilusão
da venda do tempo, concebido como dinheiro – “time is money” - unidade
tangível e valiosa, que deve ser economizada, investida e contada.
Ao vincular lazer ao “consumo de tempo improdutivo”, Baudrillard reduz
a problemática do lazer à lógica da distinção,
particularmente por uma troca social de sinais e suporte material de significações.
Ação
Comunicativa e Lazer
As
interpretações apresentadas acima atribuem ao lazer, como
atividade de consumo do tempo livre, a impossibilidade de trazer
algum benefício emancipatório. Dado que se vincula ao cálculo
vigente na produção industrial, obedeceria somente ao descanso
do trabalho e não a uma construção de alternativas,
ou de reflexão, sobre o sentido e condições de existência
por parte dos atores sociais imbuídos desta lógica. O lazer,
assim, fica atrelado ao consumo na sociedade contemporânea, onde
a busca da diversão reproduziria a lógica da competição
relativa ao mercado e à produção.
Segundo Gutierrez, contudo,
o lazer deve ser caracterizado, fundamentalmente, pela dimensão
de busca do prazer, o que enriquece a possibilidade de análise a
partir da noção de construção coletiva do ser
social e a contrapartida da percepção individual do fenômeno.
A reflexão sobre o lazer, segundo o autor: 1) permite perceber as
contradições da racionalidade do sujeito da ação;
2) define o contato entre o racional e o emocional; e 3) contém
um paradoxo, por se tratar de um aspecto do social menos controlado do
que o trabalho e o ensino, e por outro lado depender de valores e tabus
introjetados, fazendo com que os comportamentos desviantes não sejam
reprimidos de acordo com o direto formal nem com a discussão política
propriamente dita (Gutierrez, 2002:153).
É nesta perspectiva,
então, que somos levados à tomada da obra de Habermas em
função da importância que este dá à construção
da identidade e à sociabilidade espontânea, o que pode contribuir
para uma transformação do sentido atribuído ao lazer
na área de pesquisa em ciências sociais. Habermas elabora,
com o transcorrer do tempo, um modelo de interpretação da
realidade social baseado na dimensão discursiva nos processos de
formação da ação coletiva.
No
agir estratégico, dinheiro e poder codificam um acordo “racional
com vistasa fins”, passível de cálculos, possibilitando uma
influência estratégica generalizadora sobre a decisão
dos outros participantes na interação, num movimento de engano
do processo de formação do consenso. Substituindo-se a comunicação
lingüística por uma generalização simbólica
de prejuízos e ganhos, o “mundo da vida” fica submetido ao poder
e moeda, não sendo mais necessário a coordenação
das ações, havendo a degradação do agir comunicativo
e autoregulação do poder e moeda (Habermas, 1987:258).No
entanto, Habermas nega à razão instrumental qualquer possibilidade
de totalização, pois esta só é possível
utilizando o mundo da vida, apesar da racionalidade deste ultimo trazer
o paradoxo de instrumentalizar-se em função de sua complexificação.
O importante é que, ao defender a categoria “mundo da vida”, opta
por dotá-la de uma racionalidade superior, a comunicativa, sem a
qual os sistemas do poder e dinheiro não podem existir. Na ação
comunicativa, os participantes buscam o consenso, aproximando racionalidade
e verdade relativa através do consenso como critério de validade.
Assim, sob o aspecto do entendimento,
este agir serve à tradição e à renovação
cultural; sob o aspecto da coordenação da ação,
serve à integração social e à criação
da solidariedade e, sob o da socialização, para a formação
de identidades pessoais. Estas identidades são forjadas na socialização,
constituindo-se um espaço de racionalidade onde as subjetividades
participantes constroem discursivamente um acordo mútuo, livre de
coerções.
Dessa
forma, segundo Gutierrez, toda atividade de lazer, caracterizada por esta
sociabilidade espontânea na busca pessoal do prazer, pode ser estudada
a partir das categorias de análise acima apontadas. O contrário
ocorre, no entanto, quando as práticas de lazer mediadas pelo mercado
preservam o movimento de ancoragem e colonização que generaliza
as ações estratégicas.
Na verdade, é
fácil perceber em boa parte das manifestações de atividades
de lazer formas coletivas espontâneas de interação,
com os mecanismos que caracterizam a ação comunicativa e
o mundo da vida, inclusive reproduzindo-se no tempo sem ter que se apoiar
necessariamente numa instância institucional, mas dependendo essencialmente
da própria cultura do grupo. Porém, presenciamos uma enormidade
de praticas de lazer, individuais ou coletivas, em que essas características
da sociabilidade espontânea não estão presentes. Nesse
caso, é preciso ter em mente a tensão interna entre a riqueza
crescente no tempo do mundo da vida e a maior complexidade dos sistemas
dirigidos pelo meio. (Gutierrez, 2002:171).
A
teoria da ação comunicativa e o nudismo
Para
a caracterização do nudismo dentro do modelo analítico
adotado, deve-se propor um levantamento de elementos que apontam para sua
dimensão comunicativa consensual, sendo avaliadas as possibilidades
de atender aos requisitos esperados. Obviamente, esta tarefa está
restrita aos limites impostos por este tipo de exposição,
bem pelo caráter ainda inicial desta pesquisa, concretizando-se
apenas pela verificação teórica dos pressupostos básicos.
Ao se acreditar que o nudismo,
como prática de lazer, logo portador de uma dimensão lúdica
capaz de construir espaços privilegiados para a observação
da construção de juízos éticos universais e
desenvolver uma comunicação voltada para o entendimento mútuo,
pode ser pesquisado sob o prisma da ação comunicativa habermasiana
(Habermas, 1987), faz-se necessário definir
até que ponto o nudismo se vincula à noção
de consumo do tempo livre para uma avaliação de se e como
o participante adota uma comunicação estratégica,
regulada pelos mesmos meios sistêmicos que atuam no Estado e no mercado,
onde o cálculo e a busca da maximização dos interesses
vigoram.
De
forma geral, na proposta nudista, a nudez coletiva não teria somente
a condição de estabelecer uma conotação diferente
da nudez erótica. O ato de se despir, para defender a natureza humana
como essencialmente nua, revela também uma forma de apropriação
do corpo baseada num consenso entre as subjetividades restritas ao grupo
especifico. No caso, o consenso desafia a ordem estabelecida, que não
só aconselha a modéstia e o pudor como prevê como crime
o abuso.
Esta luta pela definição
de como o corpo humano deve ser avaliado – que chega a uma batalha jurídica
pelo direito se apresentar nu publicamente travada pelas associações
e grupos praticantes – por um lado, remete à tendência de
valorização do corpo na sociedade contemporânea, onde
a aparência física constitui um dos elementos impulsionadores
da cultura do consumo por meio das imagens que corpo adquire na comunicação
de massa. Muitas das imagens, principalmente as usadas para vender mercadorias
e experiências por meio de propagandas, referem-se a conceitos de
juventude, saúde e beleza dos corpos, construindo ideais de corpo
como algo a ser atingido (Featherstone, 1994:68).
Por outro lado, o nudismo,
aparentemente, negaria o pertencimento às identidades produzidas
pela sociedade moderna, que as roupas e a moda simbolizariam. Desta forma,
podemos entender que a nudez do nudismo, na verdade, surge, também,
como outro emblema de pertencimento à raça humana, se tomamos
o nu como o humano em sua pureza, o que traz de volta a vinculação
a um aparato simbólico. A afirmação do grupo “nu”
perante uma sociedade “com roupas” adquire os contornos de um processo
identitário onde operam a ambivalência, presente em todo processo
de formação de identidades, expressa na concomitância
das tentativas de assemelhamento e de distinção.
O
nudismo também pode ser entendido como fenômeno vinculado
àbusca de definições e modelos para se agir e pensar
quando certezas e verdades, sujeitos a constante questionamento, perderam
seus valores absolutos. Quando a concepção nudista, a nudez
- segundo os preceitos gerais das diversas organizações desta
prática -, promove um contato maior com a natureza e a nudez comunal,
que traria o compartilhamento do humano em sua natureza pura, uma determinada
forma de entender a natureza humana está sendo proclamada em detrimento
daquela que pretende se afirmar por outros meios. Mas, se considerarmos
o nudismo um tipo de troca simbólica, podemos tentar saber se a
nudez compartilhada (dada, recebida e retribuída) serve de instrumento
para que o consenso, o respeito mútuo e a solidariedade sejam fundados
ou se, pelo contrário, serve para, valorizada, criar ganhos utilitários
particulares.
Para discutir em que medida
os valores teriam algo mais a dizer sobre o significado dos direitos nas
relações sociais, L. Cardoso de Oliveira (1996a)
utiliza a noção maussiana de reciprocidade, que englobaria
moral, direitos e valores, ou seja, as dimensões normativa e valorativa
da vida social. A dádiva (dar, receber e retribuir) implica no reconhecimento
dos direitos e deveres estabelecidos, bem como no reconhecimento mútuo
dos envolvidos enquanto merecedores da troca, o que cria uma adesão
comunitária a valores. A reciprocidade mostraria que justiça
e solidariedade caminham juntas.Segundo Cardoso de Oliveira, Habermas também
se inclina para a incorporação da dimensão valorativa
por meio do reconhecimento do caráter constitutivo do princípio
de solidariedade, ao lado do princípio de justiça, na definição
dos problemas de ordem moral. É por meio do engajamento do seres
humanos no processo de socialização, condição
para a individuação, que a identidade é constituída.
A moralidade atuaria
então em dois planos: (1) na postulação do respeito
à igualdade de direitos entre todos os indivíduos e/ou, na
modernidade, no respeito à liberdade subjetiva da individualidade
inalienável, vinculado ao princípio de justiça; e,
(2) na proteção da rede de relações intersubjetivas
de reconhecimento mútuo através das quais os indivíduos
sobrevivem como membros de uma comunidade, onde compartilham o mesmo mundo
da vida e os mesmos valores, e que está vinculado ao princípio
de solidariedade (Cardoso de Oliveira, 1996a:150).
Se
para Cardoso de Oliveira “não existe justiça sem solidariedade”
(Idem, :154), então
a busca da identidade deve, no sentido de dever moral, ter por objetivo
o estabelecimento do respeito nas relações sociais.
Centrando
a análise na relação dos nudistas com o símbolo
de sua identidade, a nudez coletiva, há dois aspectos conectados
e conflitantes: o “orgulho” e a “vergonha” da nudez, sendo preciso saber
o que e como é trocado, bem como a atribuição de valores
e significados à nudez. Se um orgulho da própria nudez nos
remete ao agir utilitário que a nudez pode conter como símbolo
social distintivo de um “vestir” de civilizado, precisamos pensar também
no desafio que pode estar por trás do gesto de se despir publicamente,
gesto que pode conter uma grande conotação de vulnerabilidade
e de humilhação (Barcan, 2004). Se
quem fica nu transmite, por um lado, a imagem de pureza, ingenuidade e
sinceridade, por outro fica à mercê de interpretações
recheadas de julgamentos morais (inclusive estéticos) nem sempre
positivos. Por isso, a verificação dos conteúdos racional
e emocional nas ações perpetradas pelos nudistas deve ser
calcada sobre a dubiedade de significados da nudez.
Procurando resgatar a dimensão
substantiva da solidariedade, L. Cardoso de Oliveira (1996b:164)
chama atenção para o fato de que a noção de
reciprocidade atribui uma importância decisiva aos valores no equacionamento
dos direitos envolvidos nas relações de troca analisadas
por Mauss. Argumenta que a institucionalização da relação
entre as partes demanda o reconhecimento mútuo dos envolvidos enquanto
merecedores da reciprocidade, isto é, da consideração
mútua da “dignidade” da partes enquanto membros legítimos
de uma comunidade determinada com a qual se identificam por meio da comunhão
de valores e visões de mundo.
Por meio da idéia
de orgulho e vergonha, podemos tentar definir a dignidade no nudismo pelo
respeito à nudez alheia tratando-a como natural, evitando-se fazer
referência ao sexo. Negar o desejo sexual é, portanto, imperativo,
mesmo que isto possa ser defendido pelo nudista como justamente o seu contrário:
a desrepressão. Alguém que tem inibições, vergonha
da própria nudez talvez acredite que enfrentar a nudez coletiva
possa servir para combater este, digamos, problema de aceitação
do próprio corpo. Daí a importância de se encarar o
corpo humano como naturalmente nu, ou seja, destituí-lo de sua condição
individual para “vesti-lo” de humano, uma condição acima
e exterior aos indivíduos. Desreprimir é, então, lidar
com o próprio corpo, aceitando-o como igual aos outros, havendo
uma reciprocidade nudista do tipo: “eu fico nu se você também
agir como se isto fosse natural”.
Este contato, ao mesmo tempo
coletivo e individual, racional e emocional com a nudez, com vista ao estabelecimento
uma ação coordenada a partir de um consenso previamente acordado
pelos agentes sociais, desempenharia um papel essencial para o desenvolvimento
das identidades pessoais com base na comunicação livre.
De forma muito limitada em
termos de alcance de afirmações, concluiríamos as
indicações introdutórias da discussão aqui
proposta com a sugestão de que esta avaliação da dignidade
presente nos vínculos entre os nudistas pode ser utilizada como
fonte de reflexão sobre o caráter específico do nudismo
como objeto enquadrado nas categorias de lazer e consumo, justificando
uma pesquisa mais detalhada e profunda do assunto.
Este
artigo é baseado em texto apresentado no Grupo de Trabalho Consumo,
Sociedade e Ação Coletiva do XIII Congresso Brasileiro de
Sociologia, Recife, 29 de maio a 02 de junho de 2007.
Webgrafia
Bibliografia
ARANTES,
A. A. Consumo e entretenimento: hipóteses para uma antropologia
do tempo livre. Cadernos IFCH, Campinas, Unicamp, n.27, 1993.
BARCAN,
R. Nudity: a cultural anatomy. Oxford: Berg, 2004.
BAUDRILLARD,
J. A sociedade de consumo. Lisboa: Edições
70, 1975.
BRUHNS,
H. T. Lazer e motricidade: dialogando com o conhecimento. In: BRUHNS, H.
T. (org.). Temas sobre o lazer. Coleção educação
física e esportes. Campinas, SP: Autores Associados, 2000.
BRUHNS,
H. T. . De Grazia e o lazer como isenção de obrigações.
In: BRUHNS, H. T. (org.). Lazer e ciências sociais: diálogos
pertinentes. Coleção Lazer, esporte & sociedade.
São Paulo: Chronos, 2002.
CARDOSO
DE OLIVEIRA, L. Justiça, Solidariedade e Reciprocidade: Habermas
e a Antropologia. In: CARDOSO DE OLIVEIRA, R., & L. Cardoso de Oliveira.
Ensaios
antropológicos sobre moral e ética. Rio de Janeiro:
Tempo Brasileiro, 1996a.
CARDOSO
DE OLIVEIRA, L. Entre o justo e o solidário: os dilemas dos direitos
de cidadania no Brasil e nos EUA. In: CARDOSO DE OLIVEIRA, R., & L.
Cardoso de Oliveira. Ensaios antropológicos sobre moral e
ética. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1996b.
DE
GRAZIA, S. Tiempo, trabajo y ocio. Madrid: Editorial Tecnos,
1996.
FALEIROS,
M. I. C. Repensando o lazer. Revista Perspectiva, São
Paulo, n.3, 1980.
FEATHERSTONE,
M. O curso da vida: corpo, cultura e o imaginário do processo de
envelhecimento. Cadernos IFCH. Campinas: Unicamp, n.13, 1994.
GUTIERREZ,
G. A contribuição da teoria da ação comunicativa
para a pesquisa sobre o Lazer In: BRUHNS, H. T. (org.). Lazer e ciências
sociais: diálogos pertinentes. Coleção Lazer,
esporte & sociedade. São Paulo: Chronos, 2002.
HABERMAS,
J. Teoria de la acción comunicativa. vol. 2. Madri:
Taurus, 1987.
THOMPSON,
E. P. O tempo, a disciplina do trabalho e o capitalismo industrial. In:
TOMAZ, T. S. (org.) Educação e prática social.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1991.

|