A citação
de Jean-Marie Domenach é um bom ponto de partida para a reflexão
das políticas culturais desenvolvidas em Portugal, quer a nível
nacional - governamental -, quer a nível local e regional: Autarquias.
Ambos os lados - Governos e Autarcas - têm previligiado maioritariamente
políticas e planos culturais que se encontram ao nível da
animação cultural, em detrimento da acção cultural,
sendo que esta, última quanto a mim, se encontra num patamar de
maior profundidade e rigor, ou seja, planos de acção cultural
que preveligiem a formação, planos que fomentem a aprendizagem
multicultural, planos que reinventem os patrimónios materiais e
não só, e ainda, a formação ou reafirmação
identitária das populações.
É evidente que desde
1975, muitas têm sido as experiências e podemos também
registar boas melhorias e aberturas à mudança. Contudo, na
maioria dos casos o panorama é ainda preocupante, e as políticas
culturais visam essencialmente o efémero, salvo algumas excepções.
Particularizando o anteriormente
dito, e, falando da realidade que melhor conheço, posso dizer que
vivendo no concelho do Cartaxo mais de 20 anos, as sucessivas políticas
culturais espelham-se no parágrafo anterior, isto é, como
diz o ditado popular, "muita parra, pouca uva".
Ao longo de todos estes anos
nunca foram criados ou desenvolvidos planos de intervenção
e acção cultural ao nível do Concelho por forma a
reforçar o associativismo, as artes e ofícios tradicionais,
a etno-musicologia, a gastronomia local e até mesmo a arquitectura
tradicional. Todos os projectos têm-se consubstanciado no efémero.
A única boa excepção é o Museu Rural e do Vinho,
que mais do que preservar a memória vivencial de uma população
dedicada à actividade agrícola, com destaque para a vitivinicultura,
foi sem dúvida um projecto que inicialmente mobilizou a população,
no sentido que cada um dos visitantes podia de certa maneira reconstruír
o seu passado e em muitos casos a sua história familiar.
Contudo, as mudanças
de gestores autárquicos, imprimiram uma descontinuidade nas políticas
culturais destinadas ao Concelho. De facto, o Museu Rural e do Vinho é
actualmente não mais do que um repositório de peças
que contam histórias de um passado para alguns longínquo
e, para outros mais ou menos presente. O projecto é um Eco-Museu
que pretendia fazer a ligação entre todo o Município,
através da sua extensão em núcleos, situados em algumas
freguesias do Concelho. Infelizmente a ideia ficou na gaveta. O Museu parou
a sua actividade investigativa e expositiva e, por conseguinte, "estancou"
a ligação Museu/Comunidade e Museu/Escola.
Pergunto-me diversas vezes:
-
O que fazer para a educação
patrimonial?
-
Como fazer a integração
Museu/Escola?
-
Qual o papel do Turismo no binómio
Património/Educação?
-
Que iniciativas poderão
ser levadas a cabo, por forma a se educar as novas gerações,
para a preservação e reinvencção dos patrimónios
culturais?
Uma equipa multidisciplinar
qualificada é indispensável para actuar nesta vertente. Linhas
de actuação como a promoção de programas de
divulgação e valorização do Património,
o aprofundar das técnicas de preservação e de educação,
devem ser passos prioritários na alteração das políticas
museológicas. Porque os museus são muito mais do que uma
colecção. Os museus são também os seus profissionais,
os públicos e as memórias que estão por detrás
dos objectos.
Os museus são por
excelência espaços pedagógicos, espaços de divulgação
do discurso, da formalização e consolidação
das identidades. A visão das nossas próprias raízes
culturais definidas e representadas num espaço museológico,
é importante para o visitante, principalmente porque, face ao fenómeno
globalização, cada vez mais se vive sobre a influência
dos particularismos nacionais, regionais e locais. Esta situação
tem sido também um desafio para a Museologia e Antropologia, centrando
muitas das atenções no estudo do "Eu", ou seja, do mundo
e/ou meio ambiente que nos rodeia.
Atenta desde muito cedo ao
papel educativo dos museus no processo de crescimento e aprendizagem das
crianças, ainda durante o tempo de Faculdade, decidi, em co-autoria,
avançar com um projecto de divulgação do Museu Rural
e do Vinho do Cartaxo, junto das Escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico
em todo o Concelho.
A iniciativa designou-se
O
Museu Mais Perto das Crianças e, embora não tivesse percorrido
todos os estabelecimentos de ensino, ainda estivemos quase três meses
no"²terreno", com pequenas palestras cerca de duas vezes por semana.
Nessa altura o Museu comemorava
o seu 9º aniversário e esta seria uma boa altura para verificar
até que ponto aquele espaço cultural construído para
a comunidade fazia parte do seu dia a dia. A experiência foi interessante
e gratificante, mas verificámos que na maioria dos casos a instituição
era totalmente desconhecida pelos mais novos, nomeadamente por aqueles
que residiam nas freguesias e não na sede de Concelho - Cartaxo
-, onde se encontra
sediado o Museu.
Pequeno barril - Museu do Vinho
Tornou-se deveras importante
esta nossa missão de "levar" o Museu Rural e do Vinho até
junto das crianças que desconheciam a sua existência. Para
nós, ficou claro que um projecto de musealização do
Concelho e para o Concelho, mas que é desconhecido pela maioria
da sua população é, à partida, um projecto
fracassado.
Trabalhar em museologia sem
ter em mente um serviço público e uma visão educativa
é contra a filosofia e o estatuto social do museu, enquanto instituição
primeiramente pedagógica. Porque o papel dos Museus é mesmo
este: informar, actualizar, conhecer, estudar e investigar, mas também
questionar. É importante e saudável que, as colecções
apresentadas suscitem questões e debates.
Para que a população
"sinta" e viva o Museu, este tem primeiro uma caminhada de aproximação
da Comunidade em geral e, depois, dos grupos em particular, sejam estes
escolares, institucionais, económicos etc. Este é um trabalho
constante, que exige um contacto permanente entre a instituição
museal e o público, não só através do trabalho
de campo realizado pelo cientista social, como também através
de iniciativas diversas levadas a cabo pelo Museu, e que passam por exposições
temporárias, criação de um bom serviço educativo,
estabelecendo desta forma uma proximidade entre o Museu e a Escola ou pequenas
palestras, como foi o caso da que realizámos em 1994, fazendo desta
forma a ligação Museu/Comunidade local.
Os objectivos da proposta
foram atingidos. Dar a conhecer ao maior número de crianças
possível o Museu que caracteriza não só as gerações
passadas, como também as vivências actuais duma população
rural, que se revê, cultural, social e economicamente na produção
vitivinícola.
O desafio assentava precisamente
na divulgação e, de certa forma, numa iniciação
educacional para o património ou patrimónios do Concelho
do Cartaxo. A educação patrimonial exige uma iniciação,
um tempo para a aprendizagem. O gosto e a apreciação pelos
patrimónios de uma região, comunidade ou País, educam-se,
aprendem-se e recriam-se. Estar atento e actualizar-se é a chave
para o progresso e a sobrevivência.
Com isto não pretendo
afirmar que o Museu se deva sobrepor ou substituir à Escola. O Museu
deverá ser o complemento educacional para os educandos. Hoje, a
situação continua na mesma e muito do trabalho científico
desenvolvido naquele Museu, já se desgastou no tempo.
Actualmente, o projecto museológico
a que me refiro nada mais é do que um punhado de objectos parados
e especialmente "mudos". Porque agregadas aos objectos permanecem as memórias
de quem os concebeu, fabricou, trabalhou e de quem os doou à instituição.
Macaco de Elevação de Barris - Museu do Vinho
Se não se contarem,
e principalmente, se não se relembrarem essas memórias, as
perdas são inevitáveis e irreparáveis. È importante
não esquecer que os objectos têm um prazo de vida superior
às memórias, que com o tempo se perdem. Por isso urge, o
registo. A cada peça a sua memória.
Vanda Machado, antropóloga
brasileira, afirma que "é preciso manter a inter-relação
entre o pensamento e acção. Isto significa que a aprendizagem
significativa acontece quando a criança modifica as suas atitudes
e reconhece valores da sua cultura." (Machado, 2002).
Dê-se então as ferramentas necessárias à criança,
para que esta cresça conhecendo e identificando-se, com os valores
culturais da sua sociedade.
Uma Feira de Artes e Ofícios
Tradicionais, baseada num levantamento antropológico de todos os
artesãos a trabalhar entre 1995-1996, quer em regime part-time,
quer em regime full-time, foi outro dos projectos educativo-culturais,
que desenvolvi.
Aproveitando a oportunidade
de realização de tão grandioso projecto, envolvendo
todo o Concelho do Cartaxo, resolvemos estender o projecto até aos
mais novos, fazendo a ligação Comunidade-Escola. Os estabelecimentos
de ensino que decidiram aderir à iniciativa envolveram os alunos
dos 3º e 4º anos do Ensino Básico, com a divulgação
das suas freguesias, através dos seus artesãos e das suas
actividades artesanais. Cada turma visitaria um artesão da sua freguesia
e a partir dai desenvolveria um qualquer registo, que posteriormente seria
exposto durante os dias de vigência da Feira.
Assim sendo, os principais
objectivos da iniciativa foram:
-
Fomentar a acção
cultural e educativa no concelho do Cartaxo;
-
Reavivar e despertar memórias
colectivas;
-
Relembrar e dar a conhecer sectores
de actividade praticamente esquecidos;
-
Dar a conhecer a nova geração
de artesãos do Concelho;
-
Dar a conhecer ao exterior que
a riqueza cultural deste Concelho, não se esgotava na cultura da
vinha e do vinho;
-
Mostrar que a refuncionalização
do objecto final, poderá ser um estímulo à sua revitalização
e, consequentemente, à sua sobrevivência.
Apesar da iniciativa
não ter tido continuidade -contrariamente às nossas
expectativas e aos desejos dos artesãos-, a mesma foi considerada
um sucesso, porque independentemente do aspecto técnico e lúdico
da iniciativa, esteve sempre subjacente a ideia de que este projecto podia
e deveria ser um projecto maioritariamente educativo. E isso aconteceu
com a ligação Comunidade-Escola que foi uma realidade através
do envolvimento das crianças com um mundo que para muitos deles
era totalmente desconhecido. De salientar que em alguns casos as crianças
tinham conhecimento de certas actividades artesanais por existir ainda
no seu ambiente social uma memória familiar relativamente a determinada
actividade artesanal.
Continuo a defender cada
vez com mais veemência que só se pode amar e respeitar o que
conhecemos. Dar a oportunidade às pessoas de conviverem com o seu
passado, com as sua história e/ou com as suas raízes, é
dar simultaneamente a oportunidade de se reavivarem memórias sociais
e culturais e de se aprender ou reaprender a gostar de determinado património.
Mais do que isto, é tão importante quanto urgente, trabalhar
novas acções de preservação da memória
social.
A Cultura constrói-se
e reconstrói-se todos os dias. Ela é mutável. Os museus
são, pois, espaços previligiados de demonstração
e preservação de objectos e das actividades artesanais que
lhes dão corpo.
As "máximas" são:
-
Mostrar para conhecer;
-
Conhecer para entender;
-
Entender para gostar;
-
Gostar para preservar.
Quando muitas das Autarquias
portuguesas entenderem isto, a mudança acontecerá.
O antropólogo brasileiro
Raul Lody diz que "tem-se que entender e educar patrimonialmente." (Lody,
2002)
Entender os objectos é
entender a sua função simbólica aceite e incorporada
pelas Comunidades. Entender e ter interesse pelas Tecnologias Tradicionais
é querer saber como nasce o objecto, quem e como o concebe, que
matérias-primas foram utilizadas e, que tarefas e hierarquias sociais
estão envolvidas na produção artesanal de determinado
objecto.
Envolver as crianças
e os jovens em programas culturais e dar-lhes a oportunidade de conhecerem
o que os rodeia é pois o primeiro passo para a preservação.
Dar-lhes posteriormente as "ferramentas", para a reinvenção
é sem dúvida "meio caminho andado" para a continuidade.
Alexandre Fernandes Correia,
antropólogo, na sua tese de Mestrado cita Mário de Andrade,
onde este afirma que "é preciso abrasileirar os brasileiros." (Correia,
2002). Ironicamente, também penso que é preciso aportuguesar
os portugueses. Às Autarquias e às suas políticas
culturais cabe esta grande responsabilidade, por serem os organismos mais
próximos das populações -pelo menos do ponto de vista
físico. Os museus vivos e dinâmicos podem pois -como espaços
de aprendizagens e de contadores de histórias-, fazer a mudança.
Políticas acertadas
de promoção e desenvolvimento turístico das regiões,
podem também ser outra das formas de divulgação, perpetuação
e desenvolvimento das Tecnologias Artesanais. O turismo é, primeiro
que tudo, um excelente veículo de transmissão e divulgação
cultural. O imenso vai-vem de gentes contribui para o estreitar de relações
entre o tradicional e o moderno. Adequados planos de intervenção
cultural, ajustados às realidades de cada região, podem funcionar
como fortes "armas" contra a descracterização identitária
das comunidades. Como mencionei anteriormente, a Cultura é uma construção
diária e permanente. Assim sendo, o intercâmbio entre "visitados"
e "visitantes", o intercâmbio entre o "Eu" e o "Outro", é
frutuoso porque se vai complexizando e crescendo diariamente. As trocas
são assíduas e muito positivas, na medida em que, se dá
e se recebe simultaneamente.
Os Museus são de igual
modo excelentes "ferramentas" para a educação multicultural.
No ano de 2000 e 2001, estando
a trabalhar na Câmara Municipal de Azambuja, concebi um projecto
para a Divisão Sócio-Cultural da Autarquia, que visava a
organização de um ciclo expositivo dedicado aos Ofícios
Tradicionais Portugueses, caracterizadores da vivência cultural e
económica daquele Concelho.
Tendo sempre como base para
este trabalho pesquisas antropológicas, a intenção
foi desde sempre mostrar a toda a comunidade a riqueza cultural e artesanal
do País em geral e do Concelho de Azambuja em particular
Outra preocupação,
foi seleccionar temáticas que de forma directa ou indirecta estivessem
ligadas à realidade do concelho de Azambuja. O ciclo "Tecnologias
Tradicionais Portuguesas" foi oficialmente inaugurado a 11 Novembro de
2000 - dia de S. Martinho -, com a exposição A Tanoaria
- o falar das mãos.
Seguiram-se posteriormente,
já no decorrer do primeiro semestre do ano 2001, as exposições
O
Cesto de Vindima - a mestria da tradição e, por último,
a encerrar o Ciclo expositivo, Matança do Porco - o sabor
da festa.
Exposição "A Tanoaria - o falar das mãos -"
A abordagem temática
deste ciclo foi heterogénea, não só devido às
diversas actividades artesanais estudadas e expostas, como também
pela abordagem inter regional e, por conseguinte multicultural, uma vez
que os três diferentes estudos foram desenvolvidos em três
diferentes Concelhos de Portugal: Cartaxo,
Exposição
"O Cesto de Vindima - a mestria da tradição"
Azambuja e Borba. Todas as
exposições seguiram uma mesma linha expositiva, assente principalmente
na fotografia e nos artefactos que documentavam as actividades. A presença
de uma quantidade bastante apreciável de objectos em todas as mostras,
visava não só dinamizar o espaço expositivo, tornando-o
por conseguinte mais atractivo, como visava também estabelecer um
contacto mais estreito com os visitantes, ou seja, mais importante do que
a mensagem transmitida através da fotografia -visão-, pretendia-se
que essa mensagem fosse transmitida também através do toque
- daí a presença dos objectos.
Sempre
com o objectivo de informar (para isso foram elaborados catálogos
destinados ao público adulto, contendo informação
escrita que não só guiava o visitante ao longo da mostra
como igualmente pormenorizava aspectos não desenvolvidos no espaço
expositivo, devido à limitação do mesmo) e educar
(neste caso foram elaborados também catálogos destinados
exclusivamente ao público infantil, onde se propunham essencialmente
actividades lúdicas relacionadas com o que tinham visualizado na
exposição), o ciclo das "Tecnologias Tradicionais Portuguesas",
no concelho de Azambuja, foi sem dúvida uma "pedrada no charco"
no marasmo e esquecimento cultural do Concelho, face a estas actividades
artesanais e aos artesãos.
Um dos objectivos desta iniciativa,
foi avaliar cada uma das exposições organizadas. Para
tal foram elaborados questionários. Dos visitantes que corresponderam
a esta solicitação, verificámos que todos eles seriam
fortes potenciais interessados visitantes de outras iniciativas que divulguem,
promovam e mostrem as artes e ofícios tradicionais portugueses.
Tal como era pretendido, a maioria dos visitantes deste Ciclo expositivo
eram residentes no Concelho de Azambuja, seguindo-se de imediato os concelhos
limítrofes, como Cartaxo e Vila Franca de Xira
Foi também um dos
principais objectivos "chamar" as camadas mais jovens às exposições.
Esta pretensão foi atingida, porque de forma geral as três
exposições foram visitadas ple classe etária mediana
(36-50 anos), com excepção da mostra dedicada à matança
do porco, onde 50% dos visitantes se encontravam na faixa etária
até aos 20 anos de idade
.
Ao nível das habilitações
literárias a maior parte dos inquiridos detinha a escolaridade obrigatória
-à excepção da exposição dedicada ao
cesto de vindima, onde a maioria tinha apenas o 1º Ciclo do Ensino
Básico. No caso da última exposição do Ciclo
-matança do porco-, a maioria dos visitantes inquiridos possuía
mesmo um título académico.
Relativamente à actividade
profissional, a heterogeneidade é marcante e como tal a iniciativa
registou visitantes de todos os sectores sociais. Nas duas primeiras exposições
apurámos que a maioria dos visitantes eram do sexo masculino, à
excepção da última mostra que registou mais inquiridos
do sexo feminino.
Resumindo, será pois,
desta e doutras formas, com esta e outras iniciativas -sempre insistentes
e continuadas- que as comunidades vão aprendendo, revivendo e valorizando
o seu património. Está por conseguinte provado que, sendo
os objectos e artefactos prova da existência e criação
cultural humana, estes devem ser usados nas suas mais diversas formas para
educar as gerações vindouras e relembrar à geração
existente a sua história, formação e educação
cultural, quer enquanto indivíduos, quer como cidadãos de
uma nação.
Os artefactos são
não só elementos de preservação de comunidades
-mantendo desta forma a memória social desse mesmo grupo-, como
também elementos de reconstrução de identidades. E
os museus como espaços vivos, espaços de interpretação
do real, espaços contadores de histórias do "Eu" e do "Outro",
são por conseguinte lugares previligiados e evocativos da diversidade
cultural humana.
Notas
Estes
dados não podem ser generalizados a todo o Concelho, na medida em
que estes são baseados somente no público que respondeu aos
questionários. De uma forma geral foram mais os visitantes que não
deixaram ficar registo, do que aqueles que o fizeram.
Bibliografia
CORREIA,
Alexandre Fernandes
2001 Mudanças
no Paradigma Preservacionista Clássico: reflexões sobre património
cultural e memória étnica, artigo disponível online
em www.antropologia.com.br,
capturado em 18 de Outubro de 2002
DOMENACHE,
Jean Marie
1987 "Souveraineté
politique et identité culturelle" in Pour une politique européenne
de la culture, Paris, Economica, pag. 35
MACHADO,
Vanda,
S/D Mitos dos Orixás
- Uma perspectiva para a educação de sujeitos autônomos
e coletivos, II Congresso Nacional de Pesquisadores Negros, Universidade
Federal de São Carlos, São Paulo, artigo disponível
online.
MARQUES,
Fernando Pereira,
1995 De que Falamos
Quando Falamos de Cultura?, 1ª edição, Lisboa,
Editorial Presença, 1995, 154 p.
