O ciberespaço
vem suscitando uma série de debates acerca de sua natureza. De um
lado, pensadores defendendo as novas tecnologias como um ambiente propício,
fecundo e benéfico para as transformações da sociedade
contemporânea. No lado oposto do front, autores apocalípticos
atacando - com suas lanças em forma de palavras - os terrores advindos
de uma relação homem-máquina, promovendo, desse modo,
uma Cruzada nada medieval.
Este artigo não pretende
entrar nesta guerra pós-moderna, embate teórico maniqueísta
e estanque, cujas bombas acabam se perdendo na estratosfera do pensamento,
e sim lançar luz a novos horizontes virtuais, ainda não totalmente
desvendados. Se é que o serão algum dia. Neste caso, é
tarefa primordial aventurar-se por este terreno nebuloso e obscuro da WWW,
em busca de novos desafios para as ciências humanas. É uma
tentativa de levantar questões, arejar o pensamento e passear entre
autores e obras, a fim de levantar mais dúvidas do que certezas.
Tirando proveito da tecnologia
para desenvolver suas obras, artistas desconhecidos ou não do grande
público têm no ciberespaço uma possibilidade de divulgar
suas idéias e trabalhos. O mundo virtual funciona, então,
como um depósito de mensagens, uma espécie de museu underground
e virtual.
A ciberarte aparece aos borbotões.
Basta digitar em qualquer ferramenta de busca que saltam aos olhos várias
indicações de páginas e sites. Encontra-se desde museus
famosos mundialmente que expõem suas coleções, passando
por artistas de projeção nacional com páginas pessoais,
chegando até a algum vizinho que tem a arte como hobby, por exemplo.
O que interessa aqui não são os museus consagrados, cujas
obras materializadas estão acessíveis em um endereço
físico, em um espaço geográfico determinado. Estes,
mesmo não podendo ser visitados por todos os habitantes do planeta,
já têm seu espaço reservado em locais construídos
de cimento, tijolos e concreto. O que eles fazem na Internet é reproduzir
digitalmente a obra em questão, de acordo com Francisco
Menezes Martins:
“Hoje, se
a proliferação garante a conexão, a velocidade de
circulação permite que os museus informáticos sejam
mais importantes que as imagens que reproduzem e que os próprios
artistas. Quando o museu é mais destacado do que as obras que possui,
o discurso da arte torna-se vazio, da mesma forma que a rede passa a ser
o símbolo maior de si mesma, acima de todo o seu conteúdo.”
O interessante, sem dúvida,
é a possibilidade de criação artística através
de recursos tecnológicos, uma nova e multifacetada maneira de produzir
cultura, uma forma de virtualização da estética. A
produção on-line é uma extensão do artista,
como afirma André Lemos referindo-se a Aronowitz
e Menser:
“Integrada à cultura,
e não como sistema autônomo, a técnica poderá
ser compreendida na complexidade wue a contemporaneidade requer. Deve-se
superar a dicotomia entre o artificial e o natural. A cultura, como a natureza,
não existe como entidade pura: ‘to be a subject is to be natural-cultural-technological;
to be a social animal is to be tecno-social”.
Afinal, o que vem a ser ciberarte?
Segundo Lévy,
“Uma das características
mais marcantes da ciberarte é a participação nas obras
daqueles que as provam, interpretam, exploram ou lêem. Nesse
caso, não se trata apenas de uma participação na construção
do sentido, mas sim uma co-produção da obra, já que
o ‘espectador’ é chamado a intervir diretamente na atualização
(a materialização, a exibição, a edição,
o desenrolar efetivo aqui e agora) de uma seqüência de signos
ou de acontecimentos.”
Representante da sociedade contemporânea,
a ciberarte está presente no quotidiano, na rede de relações
e significados, nas revistas, publicações especializadas,
propagandas, na televisão, nos meios acadêmicos, impregnando,
mesmo que subliminarmente, a rotina das pessoas. Assim como
Baudelaire,
este ensaio pretende se ater “à pintura dos costumes do presente”,
isto é, a arte da sociedade contemporânea representada aqui
pela arte desenvolvida e projetada através da rede mundial de computadores.
Segundo ele,
“O passado é
interessante não apenas pela beleza que dele souberam extrair os
artistas para os quais ele estava presente, mas também como passado,
por seu valor histórico. O mesmo ocorre com o presente. O prazer
que obtemos de representação do presente deve-se não
só à beleza de que ele está revestido, como também
à qualidade essencial de presente”
Aqui, nesta quase apologia do
presente, Baudelaire e Maffesoli se afinam, mesmo
separados por quase cem anos. O pensador contemporâneo, ao destacar
o hic et nunc, afirma que “pode-se dizer que a vida quotidiana é
um bom revelador do estilo da época, pois destaca muito bem
como a existência é determinada pelo sentido coletivo. (...)
é essa ‘centralidade subterrânea’, esse ponto nodal, ao qual
se pode não dar atenção, que se pode esquecer ou negar,
mas que nem por isso deixa de constituir o húmos a partir do qual
irá crescer toda a vida individual.” (pág 65)
Apesar das inúmeras
obras produzidas a respeito de estética, considera-se, aqui, o conceito
maffesoliano de estética em seu sentido mais amplo: “o
da empatia, do desejo comunitário, da emoção ou da
vibração comum.” O caráter expressivo da arte
revela a obra como abertura aos infinitos olhares possíveis sobre
o mundo. A arte como expressão comunica e compartilha, através
de algumas emoções e sentimentos
comuns. O estilo estético
da cibearte, então, é agregador, tendendo a favorecer um
“estar-junto que não busca um objetivo a
ser atingido, não está voltado para o devir, mas empenha-se,
simplesmente, em usufruir dos bens deste mundo”. Corroborando
tais conceitos, Guattari propõe um novo
paradigma estético que
“tem implicações
ético-políticas porque quem fala em criação,
fala em responsabilidade da instância criadora em relação
à coisa criada, em inflexão de estado de coisas, em bifurcação
para além dos esquemas pré-estabelecidos e aqui, mais uma
vez, em consideração do destino de alteridade em suas modalidades
extremas”
A Internet rizomática,
com suas múltiplas entradas e saídas, links e possibilidades
é terreno fértil para a arte. Mas de que arte está-se
falando aqui? Da arte do quotidiano, do efêmero, do hedonismo, do
lúdico, do sentimento de pertença. A arte que se faz na web.
Esta reflexão parte
de um site específico, cujo endereço virtual é www.snarg.net.
Neste espaço desterritorializado encontra-se uma efervescência
artística. Tal qual o rizoma característico de toda a rede,
o Snarg convida a um passeio pelos mais diversos caminhos.
O espectador-usuário-participante
escolhe por qual começar. E interage com as imagens, modificando,
fechando-as, abrindo-as, construindo, de certa maneira, sua própria
forma de percepção. Idealizado por dois artistas, a estética
do site é uma experiência em conjunto. Tanto da parte dos
criadores como das pessoas que acessam seu endereço em busca de
novas sensações através das criações
on-line. É o reencantamento do mundo, como bem afirma Maffesoli:
“pode-se ver em ação um conjunto de imagens que, por acréscimos
sucessivos, chegam a construir uma consciência coletiva que serve
de suporte, ao mesmo tempo, ao conjunto da vida social e às diversas
tribos que dela fazem parte.”
Feitas as primeiras considerações,
chega-se ao site Snarg. A página
inicial remete a um caos visual. Uma música - ópera (?) -
se mistura com ruídos de máquinas e interferência.
É uma sensação incômoda, indefinida, uma ansiosa
espera do que o “caos” pode oferecer.
Fragmentos de um cabeçalho
de e-mail e combinações binárias 0 e 1, característico
da informática. Imagem e letras velozes, incompreensíveis
aos olhos modernos. A primeira vontade, instintivamente, é sair
rapidamente dessa desordem. A tela parece poluída, agressiva,
piscante e sem sentido. Angustiante, até.
A tribo cibernética
que se concentra em torno do Snarg, ou seja, seus criadores e qualquer
internauta que acesse a página, faz parte de um mundo que Maffesoli,
de uma maneira provisória, chamou de mundo imaginal, sendo ele:
“(...) causa e efeito
de uma ‘subjetividade de massa’ que progressivamente contamina todos os
domínios da vida social. Esta não mais repousa sobre uma
razão triunfante, ela nada mais tem a ver com uma atitude contratual,
não está mais voltada ao porvir. Mas pode-se desvendá-la
no emocional, no sentimento partilhado e na paixão comum,
todos eles valores dionisíacos, que remetem ao presente, ao hic
et nunc, ao hedonismo mundano. É exatamente isso que faz destacar
o jogo das imagens e sua disseminação virótica”.
O crítico mais feroz
da rede sociotécnica saltaria com seus olhos em fogo, bradando:
“Que comunhão, sentimento de pertença e estar junto, que
nada! A pessoa está sozinha, isolada, solitária diante da
tela do computador! Não há desejo de estar junto e, mesmo
que houvesse, é impossível através de uma máquina!”
. Sim, olhando-se com a visão da sociologia clássica e moderna,
este irado crítico tem motivos suficientes para incendiar
o interlocutor. Mas trata-se, aqui, de uma visão não mais
linear da sociedade, cujos fenômenos sociais não podem mais
ser lidos através de paradigmas ultrapassados. O ciberespaço
proporciona a socialidade desterritorializada, onde a rede se torna, antes
de tudo, uma rede de pessoas. Os internautas, ao acessar determinada página,
vão em busca de suas demandas, desejos e gostos. E encontram outras
pessoas que partilham de alguns sentimentos em comum, criando-se, desse
modo, uma comunidade virtual. Isso se dá através de listas
de discussão, fóruns, troca de e-mails, chats especializados,
murais de recados, enfim, na web os contatos sempre estão presentes.
Mesmo que sejam desterritorializados, efêmeros, tênues e sem
contornos definidos, o estar-junto marca essa nova faceta de relação
social. É uma agregação que não se deve mais
a uma programação racional, e sim, “repousam sobre o desejo
de estar com o semelhante”. É uma experiência em conjunto.
O ciberespaço é
plataforma propícia à experiências, fornece a possibilidade
de aventurar-se por territórios quase desconhecidos, invisíveis
aos olhos menos apurados. É um garimpo, uma maneira de deixar a
superfície do senso-comum, das grandes massas, dos points carimbados
onde o visitante já sabe, de antemão, o que vai encontrar.
Pode-se dizer que o Snarg representa, na contemporaneidade, aquilo a que
Baudelaire se referiu em “O Pintor da Vida Moderna”, quando afirmava que
as pessoas vão aos museus à procura de obras conhecidas.
Diz ele:
“Há no mundo, e mesmo
no mundo dos artistas, pessoas que vão ao museu do Louvre, passam
rapidamente, e sem dar sequer uma olhada diante de um monte de quadros
bastante interessantes, embora de segunda ordem, instalam-se sonhadoras
diante de um Titien ou de um Rafael, um daqueles que a gravura tornou mais
popular; e depois saem satisfeitas, algumas delas dizem: ‘Conheço
o meu museu.’ Também há pessoas que, ao lerem
outrora Bossuet e Racine, acreditam conhecer a história da literatura.”
Ao acessar e penetrar o mundo
artístico do Snarg, faz-se, justamente, o que Baudelaire propôs.
Deixa-se a “sala” de obras conhecidas e familiares ao olhos, e anda-se
pelos “corredores” pouco visitados do museu, passeando pelas obras digitais
tidas, para muitos, como arte de “segunda ordem”. Passado o caos
inicial, a ópera dá trégua aos ouvidos e as imagens
deixam de insistir em saltar do monitor para o cérebro, invadindo
os olhos. A partir daí abre-se outra janela: a visão
e a audição são novamente atacadas por cores vibrantes
e música eletrônica. É a hora da decisão. Ou
fecha-se todas as janelas do browser, mudando a rota da navegação,
ou inicia-se uma viagem através de imagens, cores, sensações
e sons.
Uma vez que a decisão
seja permanecer no site, faz-se mais um link aqui: numa tentativa ousada,
esta reflexão aproxima dois franceses: Baudelaire e Maffesoli. Mesmo
acreditando que o contexto histórico em que estava circunscrito
o poeta do século passado refletia-se na arte e no pensamento deste,
sua visão da época pode ser relida pela ótica contemporânea.
Sem precisar aguçar o olhar, vê-se que o conceito de
modernidade descrito por
Baudelaire se aproxima do que Maffesoli chama de contemporaneidade. O
poeta, ao criticar a arte da época, afirma que
“a modernidade
é o transitório, o fugidio, o contingente, a metade da arte,
cuja outra metade é o eterno, o imutável. (...) Esse elemento
transitório, fugidio, cujas metamorfoses são tão freqüentes,
vocês não têm o direito de desprezar ou dispensar. Ao
suprimi-lo, caem obrigatoriamente no vazio de uma beleza abstrata e impossível
de definir, como a da única mulher antes do primeiro pecado.”
Maffesoli
atualiza esta questão ao dizer que a sociedade é “uma metamorfose
contínua que se opera sob nossos olhos” e que “nunca é
demais insistir na nobreza da vida quotidiana. Pode-se dizer que é
a partir do ‘ordinário’ que é elaborado o conhecimento social.”
Da mesma maneira que Baudelaire
elogia os quadros de Constantin Guys, que representam a vida – as batalhas,
os funerais, o militarismo, as mulheres e costumes, de um modo geral -
da época passada, Maffesoli, caricaturando suas palavras, diz que
a vida quotidiana é um bom revelador do estilo da época,
pois destaca muito bem como a existência é determinada pelo
sentido do coletivo. E um pouco das idéias de ambos está
no Snarg, uma vez que ele se constitui
como arte contemporânea, um estilo estético da atualidade.
Um não-lugar de contemplação, interação,
metamorfoses e quotidianeidade.
Volta-se, neste momento,
à pagina de arte digital. Na impossibilidade de recriar sob a forma
de texto a intertexualidade e movimento cibernético, a tentativa
é de ilustrar o conteúdo do site através de fragmentos
e imagens estáticas da estética digital. O objetivo não
é antecipar o que o internauta poderá encontrar, mas, sim,
como propôs Baudelaire, instigar, levantar questões, provocar
possíveis visitantes interessados em sair do grande e principal
salão das obras famosas.
Há inúmeras
possibilidades de interação. Clica-se em um determinado ponto
da imagem e ela se transforma. Há alteração de cores,
formatos, dimensões, inclusive sons. Um olhar mais minucioso, descobre
uma “assinatura”: é o visitante chamado a dar seu recado.

Imergindo nesse mundo de
pixels, a interação não se dá apenas com a
máquina e, como citado anteriormente, com as pessoas que se utilizam
dela. A interação, no Snarg, é com o conteúdo,
além da possibilidade de “construir” parte da obra. Como afirma
Lemos:
“A arte na era eletrônica
vai abusar da interatividade, das possibilidades hipertextuais, das colagens
(‘sampling’) de informações (bits), dos processos fractais
e complexos, da não-linearidade do discurso...A idéia de
rede, aliada à possibilidade de recombinações sucessivas
de informações e a comunicação interativa,
tornam-se os motores principais dessa ‘ciber-arte’. A arte eletrônica
é uma arte de comunicação”.
Baudelaire afirmava que
o espectador é o tradutor de uma tradução sempre clara
e embriagadora. O espectador pós-moderno, deste modo, deixa
de ser apenas espectador para ser sujeito ativo do processo criativo.

A arte interativa implica
em reorganizações profundas da sensibilidade, ampliando o
a área de percepção em trocas e modos de circulação
que exploram os recursos tecnológicos como uma linguagem própria
e transcendem a arte da pura aparência, provoca os sentidos e os
significados. É uma arte mais comportamental, social, que verifica
questões como a interatividade em tempo real, a conectividade, a
emergência, através de dispositivos de interação,
entre outros atributos da arte digital. Pode-se dizer, assim, que o usuário
da web que acessa o site é um co-autor das obras ali desenvolvidas.
O Snarg, sendo um site complexo
e multifacetado, apresenta inúmeras possibilidades. Seguindo-se
por qualquer trilha, pode-se chegar a novos ambientes de arte eletrônica,
como, Figures, Still Lifes, Portraits, Psychomorphs, Netage, entre outros.
Nestas páginas encontra-se mais uma gama variada de obras digitais,
algumas apenas “representativas”, outras em constante transfiguração
através da participação do internauta. Em cada acesso,
pode-se perceber variações na “ordem” de navegação.
O mesmo clique não conduz ao mesmo resultado, são linhas
de fuga constantes que criam maior dinamismo, interação e
familiaridade neste “mundo imaginal” que, de acordo com Maffesoli, “pelo
jogo sem fim de reversibilidade, favorece uma ‘correspondência’ à
la Baudelaire, correspondência em que não são apenas
objetos inanimados, ou os diferentes elementos da natureza que entram em
composição, mas onde cada um, pela participação
comum no culto das imagens, entra em ressonância com os outros, até
criar esse ritmo particular, tão inquietante para observadores sociais”.
Impossível fazer uma
análise de cada plataforma virtual neste texto; fica o convite para
desvelar o “caótico” site. Como ilustração, esta imagem
do ambiente Netage, a partir do Technobaroque, remete perfeitamente ao
conceito de interação. A página apresenta, inicialmente,
sempre a mesma imagem. A partir daí, o internauta vai delineando
sua trajetória e interação com o conteúdo que
ela apresenta. Basta um clique e ela se transforma em outra imagem, sempre
de maneira diferente a partir das imagens lá estabelecidas. É
a multiplicidade, o poliformismo, as infindáveis conexões
o que a ciberarte promete. O som faz parte da produção artística,
contribuindo para a experiência de “sentir” o site. No Snarg, assim
como na arte de modo geral, conforme Guattari, “a finitude do material
sensível torna-se um suporte de uma produção de afetos
e de perceptos”.

Uma bela passagem na qual
Baudelaire apontou sobre Guys, diz que: “Ele buscou por toda a parte
a beleza passageira, fugaz, da vida presente (...) Com freqüência
extravagante, violento, excessivo, mas sempre poético, soube concentrar
nos seus desenhos o sabor amargo ou capitoso do vinho da Vida”. Sem
a mesma pretensão, estas páginas buscam provocar algumas
destas impressões no leitor. Sendo a ciberarte tema polêmico
para pensadores sensíveis, é relevante colocá-la na
vitrine da produção acadêmica. A experiência
vivida em comum através do Snarg não se encerra neste ensaio.
Ao contrário, é apenas a porta de entrada para a possibilidade
de navegar e interagir com a arte eletrônica e, deste modo, refletir
acerca da sociedade contemporânea.
Notas
MARTINS,
Francisco Menezes. Cyberspace, Redes e Telas:as superfícies da
era tecnológica. In: Revista da Famecos. Porto
Alegre, maio de 1997, p. 45.
LEMOS,
André. Arte Eletrônica e Cibercultura. In: Revista
da Famecos. Porto Alegre, maio de 1997, p. 10
LÉVY,
Pierre. Cibercultura.São Paulo: Editora 34, 1999,
p. 135
.BAUDELAIRE,
Charles. Obras Estéticas: filosofia da imaginação
criadora. Petrópolis: Vozes, 1993, p 218
.MAFFESOLI,
Michel. A Contemplação do Mundo. Porto Alegre:
Artes e Ofícios, 1995, p. 65.
MAFFESOLI.
Op. cit., p. 11.
MAFFESOLLI.
Op.cit.,
p. 54.
GUATTARI,
Félix. Caosmose: um novo paradigma estético.
Rio de Janeiro: Editora 34, 1992, p. 137.
MAFFESOLI.
Op.
Cit., p. 17.
MAFFESOLI.
Op.
Cit., p.19.
MAFFESOLI.
Op.
cit., p. 55.
BAUDELAIRE.
Op.
cit., p. 217.
BAUDELAIRE.
Op.
cit., p 227.
MAFFESOLI.
Op.
cit., ps 15 e 63.
LEMOS.
Op.
cit., p. 22
MAFFESOLI.
Op.
cit., p.112.
BAUDELAIRE.
Op. cit., p.251.

|