Parece que a calcitonina, em alguns pacientes, leva a uma melhoria do estado geral da hiperidrose e da mineralização do esqueleto. O mesmo se diga da vitamina C e, em época recentíssima, dos flavonóides, que parecem agir eficazmente em certos pacientes com modificações clinicas, bioquímicas e estruturais. (Atualmente, os bifosfonatos vêm sendo utilizados especialmente com crianças e demonstrado bons efeitos especialmente no aumento da densidade óssea. Todavia, não se pode, ainda, falar em termos de cura.- Nota da tradutora).
Em geral se pode dizer que vale sempre a pena tentar um tratamento médico, juntamente com o ortopédico e cirúrgico, utilizando os fármacos ate agora disponíveis, à espera que a pesquisa bioquímica possa, com precisão individuar os erros metabólicos que estão na base das varias formas da doença.
O conhecimento do mecanismo patogenético é certamente essencial para cada futuro real progresso na terapia, e é a este primeiro objetivo que deve tender a pesquisa clinica e de base.
As perspectivas futuras são ainda indefinidas, mas não há dúvida de que o impulso que as várias Associações para Osteogênesis Imperfecta, em todo o mundo, estão dando à pesquisa, acelerarão os resultados positivos.