Foi importante na cidade de Queto (hoje na República do Benin) onde está quase esquecido, mas é o grande patrono do candomblé brasileiro.
É protetor dos caçadores, dos chefes de família, e protetor dos animais que vivem no mato e nas florestas.
Seus filhos do queto usam contas de louça azul turquesa, os do angola, verde leitoso. Suas roupas levam estas cores e o vermelho.
Dança
segurando o ofá, um adereço em forma de arco e flecha.
Seus sacrifícios são o boi (ou pelo menos a cabeça do boi), cabrito, porco, coelho, anta, capivara e as aves galo, conquém e caça de pena. Come também milho branco, acaçá, milho amarelo e coco, peixe de escamas, arroz, feijão, dendê, mel de milho.
É louvado às quintas-feiras, sua saudação é Oquê Arô!
Ile Axé Yemojá
orukoré Ogun
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