25.6.08

1 Simpósio Internacional Diálogos Brasil Estados Unidos

I Simpósio Internacional Diálogos Brasil Estados Unidos - Estudos antropológicos e processos de produção de diferença: etnicidade, raça, sexualidade, gênero, idade - Estudos antropológicos e processos de produção de diferença: etnicidade, raça, sexualidade, gênero, idade
Programação das mesas e dos resumos das apresentações:
http://www.fflch.usp.br/da/eventos.html

20.6.08

Palestra: "A religião no Estado Laico"



Palestra: "
A religião no Estado Laico"
Prof. Emerson Giumbelli, UFRJ

 
Data 24 junho 2008
Local Panteon IFCH
Horário 17h30m

Organização:
- Observatório Interdisciplinar de Direitos Humanos da UFRGS/
ILEA
- Núcleo de Estudos de Religião PPGAS/UFRGS

Apoio Programa de Pós Graduação em Antropologia Social
Patrocínio Fundação Ford

23.5.08

"A etnografia no tempo, os tempos da etnografia"



Palestra


"A etnografia no tempo, os tempos da etnografia"

Profa. Dra.  Manuela Ivone Cunha

Universidade do Minho (Braga, Portugal)
 & IDEMEC (Aix-en-Provence, França),

Segunda-feira, 26 de maio de 2008
9h30, Sala de Reuniões Castro Faria

Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social
Museu Nacional / UFRJ

16.5.08

Universidade Estadual da Paraíba discute festejos juninos

Universidade Estadual da Paraíba discute festejos juninos
http://www.redefolkcom.org/

http://www.redefolkcom.org/index.php?option=com_comprofiler&task=userProfil
O Departamento de Comunicação Social da Universidade
Estadual da Paraíba realiza de 5 a 7 de junho próximo, no Teatro Rosil Cavalcanti,
em Campina Grande, o "V Seminário Os Festejos Juninos no Contexto da
Folkcomunicação e da Cultura Popular". Este ano o tema central será
Urbanização, Estado e Mídia na Reinvenção das Festas Populares.
O objetivo do evento é possibilitar uma ampla discussão entre os
participantes dos fatores que estão contribuindo para as mudanças nas
festas populares na atualidade, especialmente, àquelas relacionadas com o
período junino.
De acordo com a organização, os eixos temáticos desta edição vão além
do acadêmico e buscam explicações, interpretações e redefinições das
políticas públicas voltadas às festas populares no atual contexto da sociedade.
Para contemplar todas essas discussões, o evento conta com a realização de
palestras, mesas redondas, apresentações de trabalhos científicos,
mostra de vídeos e oficinas.
O Seminário tem apoiado iniciativas e ações oriundas do setor privado,
cujo intuito é promover e fortalecer as manifestações folkcomunicacionais e
da cultura popular. Daí porque, este ano, será prestada uma homenagem aos
20 anos do Forró Fest, festival de música regional promovido pelas TV's
Paraíba e Cabo Branco.
As inscrições para o V Folkcom estão sendo feitas na Secretaria do
Departamento de Comunicação Social da UEPB, Av. Pedro I, sem número,
Campina Grande-PB. O pagamento das taxas é R$ 40,00 para profissionais e R$
20,00 para estudantes.
Os interessados em inscrever artigos científicos, que abordem o tema
central do Seminário, tem até o dia 1º de junho para submeterem seus trabalhos
para o e-mail folkcom2008@gmail.com Este endereço de e-mail está sendo
protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo , onde
maiores informações sobre o seminário também poderão ser obtidas.
As modalidades de trabalho serão Comunicações Científicas – CC (artigos
científicos produzidos por docentes, pesquisadores e/ou estudantes de
pós-graduação); Iniciação Científica – IC (artigos oriundos de
relatórios de pesquisa ou de Trabalhos de Conclusão de Curso produzidos por
estudantes dos cursos de graduação) e Projetos de Extensão – PE (relatórios e
apresentação de projetos na área temática do evento). Os trabalhos devem conter
entre 10 e 15 páginas, obedecendo às regras atuais da ABNT.

Leia
<http://www.redefolkcom.org/index.php?option=com_content&task=view&id=115&It
emid=2> mais...


Luciana Chianca

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http://www.redefolkcom.org/

http://www.redefolkcom.org/index.php?option=com_comprofiler&task=userProfil



O Departamento de Comunicação Social da Universidade
 Estadual da Paraíba realiza de 5 a 7 de junho próximo, no Teatro Rosil
Cavalcanti, em Campina Grande, o "V Seminário Os Festejos Juninos no
Contexto da Folkcomunicação e da Cultura Popular". Este ano o tema
central será Urbanização, Estado e Mídia na Reinvenção das Festas
Populares.

O objetivo do evento é possibilitar uma ampla discussão entre os
participantes dos fatores que estão contribuindo para as mudanças nas
festas populares na atualidade, especialmente, àquelas relacionadas com o
período junino.

De acordo com a organização, os eixos temáticos desta edição vão além
 do acadêmico e buscam explicações, interpretações e redefinições das
políticas públicas voltadas às festas populares no atual contexto da
sociedade. Para contemplar todas essas discussões, o evento conta com a
realização de palestras, mesas redondas, apresentações de trabalhos
científicos, mostra de vídeos e oficinas.

O Seminário tem apoiado iniciativas e ações oriundas do setor privado,
 cujo intuito é promover e fortalecer as manifestações folkcomunicacionais
e da cultura popular. Daí porque, este ano, será prestada uma homenagem
aos 20 anos do Forró Fest, festival de música regional promovido pelas
TV's Paraíba e Cabo Branco.

As inscrições para o V Folkcom estão sendo feitas na Secretaria do
Departamento de Comunicação Social da UEPB, Av. Pedro I, sem número,
 Campina Grande-PB. O pagamento das taxas é R$ 40,00 para profissionais e
R$ 20,00 para estudantes.

Os interessados em inscrever artigos científicos, que abordem o tema
 central do Seminário, tem até o dia 1º de junho para submeterem seus
trabalhos para o e-mail folkcom2008@gmail.com Este endereço de e-mail
está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para
vê-lo , onde maiores informações sobre o seminário também poderão ser
obtidas.

As modalidades de trabalho serão Comunicações Científicas ­ CC (artigos
científicos produzidos por docentes, pesquisadores e/ou estudantes de
pós-graduação); Iniciação Científica ­ IC (artigos oriundos de
 relatórios de pesquisa ou de Trabalhos de Conclusão de Curso produzidos
por estudantes dos cursos de graduação) e Projetos de Extensão ­ PE
(relatórios e apresentação de projetos na área temática do evento). Os
trabalhos devem conter entre 10 e 15 páginas, obedecendo às regras atuais
da ABNT.

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http://www.redefolkcom.org/index.php?option=com_content&task=view&id=115&Itemid=2
 

14.5.08

9a. FESTA DO DIVINO ESPÍRITO SANTO

9a. FESTA DO DIVINO ESPÍRITO SANTO
 
Programação 2008
 
Levantamento do mastro
 
Dia: 18/05/2008- Domingo
 
11:00h - Saída do cortejo no Espaço Cachuera! conduzido pelas Caixeiras do Divino e pelo Grupo Cachuera! para buscar o mastro na Rua: Manoel Gonçalves Foz, n º 03 – Perdizes (travessa da Rua Bartira)

12:00h - Volta do cortejo para o Espaço Cachuera! levando o mastro

12:30h – Apresentação do Grupo Cachuera!

13:00h - Almoço para os impérios, caixeiras e convidados

15:00h - Apresentação dos grupos convidados: Beija Fulô, Kabula, Pé no Terreiro e Vesper Vocal

18:00h - Levantamento do Mastro

19:00h - Tambor de Criola com o Grupo Cupuaçu

Buscamento da coroa

Dia: 24/05/2008 – Sábado

19:00h - Saída do Espaço Cachuera

Festa do Divino

Dia: 25/05/2008 - Domingo
06:00h - Alvorada no auditório do Espaço Cachuera!

10:30h - Missa na Igreja de N. Sra. do Rosário dos Homens Pretos – Largo do Paissandu, s/n º - Centro – São Paulo -SP

12:00h - Saída do cortejo para o Espaço Cachuera! na Rua Ministro Godói – Perdizes – altura do Parque da Água Branca

12:30h - Ladainha no Espaço Cachuera!

13:30h - Almoço para os participantes da festa no Espaço Cachuera!

18:00h – Alvorada ao pé do mastro

19:00h - Jantar para os participantes da festa

20:00h - Ladainha

22:00h – Encerramento

Derrubamento do mastro
Dia: 26/05/2008 - Segunda-feira

Local: Espaço Cachuera!

19:00h - Derrubamento do mastro e ladainha

20:00h – Marcha de Tambor de Criola

21:00h – Cortar e servir os bolos, entrega dos cargos e posse dos novos Impérios

22:00h – Fechamento da Tribuna

Bambaê
Dia: 27/05/2008 – Terça-feira

Local: Espaço Cachuera!

20:00h – Bambaê no Espaço Cachuera!

23:00h – Encerramento do festejos

Espaço Cachuera! Rua Monte Alegre, 1094  - Perdizes
São Paulo - SP
Tel: (11) 3872.8113/3875.5563
www.cachuera.org.br
entrada franca

1.5.08

Debate Público sobre a Questão Tibetana



O Colegiado Buddhista Brasileiro, contando com o apoio da Câmara de
Vereadores do Rio de Janeiro e do Deputado Fernando Gabeira, estará
realizando no
dia 12 de Maio, às 10 horas, no Plenário da Câmara Municipal
do Rio de Janeiro
o "Debate Público sobre a Questão Tibetana" juntamente com
lideranças budistas brasileiras, o qual será registrado nos anais e
divulgado no Diário Oficial.

É um evento que liga os políticos brasileiros à causa do Dalai Lama, e uma
oportunidade especial para nos manifestarmos e fazer diferença em favor do
oprimido povo tibetano, reforçando a posição do Budismo Brasileiro em prol
do exercício da não-violência e da paz, do diálogo entre povos e culturas, e
o respeito aos direitos de todos os seres.

Sendo necessário o maior apoio possível ao evento, solicitamos a todos os
que deste tomem conhecimento que o divulguem em todas as listas públicas e
particulares, blogs e sites, convidando os budistas e simpatizantes com a
causa tibetana a comparecerem ao Plenário da Câmara.

Debate Público sobre a Questão Tibetana
Dia 12 de Maio às 10 Horas
Plenário da Câmara Municipal do Rio de Janeiro - Palácio Pedro Ernesto -
Praça Marechal Floriano, s/n, Cinelândia, Rio de Janeiro.

 

14.4.08

exposição "Patrimônio e paisagem"

O Museu da Casa Brasileira, o Arquiteturismo e a Romano Guerra convidam para e abertura da exposição "Patrimônio e paisagem" e lançamento do livro Arquiteturas do cotidiano a obra de Ribas Arquitectos 1960-2008  
 
Arquiteturas do cotidiano a obra de Ribas Arquitectos 1960-2008
de Marcio Cotrim
romano guerra editora

dia 16 de abril 2008, quarta-feira, às 19h30

Mesa redonda com dos arquitetos Marcio Cotrim, autor, Damian Ribas Malagrida, sócio do escritório Ribas Arquitectos de Barcelona, e Abílio Guerra, professor da FAU Mackenzie e editor da Romano Guerra Editora
   

Patrimônio e paisagem
fotos de Victor Hugo Mori
curadoria de Michel Gorski e Abilio Guerra

visitação: de 17 de abril a 4 de maio
de terça a domingo, das 10h às 18h

A exposição comemora um ano de Arquiteturismo apresentando diversas victorfotogravuras, fotografias panorâmicas que apresentam o patrimônio arquitetônico e paisagístico brasileiro.
             
             
Local
Museu da Casa Brasileira
Av. Faria Lima, 2705 Jardim Paulistano São Paulo SP   Data e horário
16 de abril, às 19h30   Maiores informações
fone: 11 3032.3727
Website: www.mcb.sp.gov.br  
http://www.vitruvius.com.br//noticia/noticia_detalhe.asp?id=1731     

ANPOCS Grupo de Trabalho “Etnogrando o fazer científico”

Car@s colegas,

Queremos convidá-los para participar do Grupo de Trabalho "Etnogrando o fazer científico"  do 32º Encontro Anual da ANPOCS, a se realizar em Caxambu – MG,  de 27 a 31 de outubro.  Os resumos devem ser enviados até dia 21/04/08 através do site do evento. Pedimos, também, que divulguem o nosso Gt.

Etnografando o fazer científico

O grupo de trabalho propõe uma discussão sobre as relações entre cultura e ciência, tomando a racionalidade científica como esfera de construção de significados e representações, produção de técnicas e tecnologia. O desafio etnográfico dos estudos sobre o fazer científico consiste em desvelar suas nuances, refletindo também sobre as relações do fazer antropológico. Este grupo pretende reunir estudiosos dedicados à compreensão das relações sociais nas ciências, historicamente localizadas, explorando experiências etnográficas a partir de três eixos de discussão: a ciência como construção de significados, discursos e representações; os cientistas e o campo da ciência como práticas, relações de poder e hierarquias; e experiências e relações etnográficas de pesquisa, o trabalho de campo com cientistas.

 Coordenação:

 Ednalva Maciel Neves (UFMA) – edmneves@terra.com.br

Daniela R. Knauth (UFRGS) daniela.knauth@gmail.com 

CIDADES EDUCADORAS







Nos dias 24 a 26 de abril próximo será realizado, no Palácio de Convenções do Anhembi, em São Paulo, o X Congresso Internacional de Cidades Educadoras. Estou ajudando a organizar o evento na definição dos temas, palestrantes e na proposição de questões provocadoras (submetidas ao comitê científico do congresso) que servirão de ementas para as mesas de debates.

Se você quiser fazer sua inscrição acesse o site www.aice2008sp.com.br. Veja abaixo a programação do evento (na sua versão ainda preliminar, de 19 de março, mas já com os nomes dos principais palestrantes e com as perguntas provocadoras).

X CONGRESSO INTERNACIONAL DE CIDADES EDUCADORAS

Palácio de Convenções do Anhembi, São Paulo, 24 a 26 de Abril de 2008

INFORMAÇÕES GERAIS

Os trabalhos do congresso serão orientados por um conjunto de 27 perguntas. Essas perguntas funcionarão também como ementas das mesas que ocorrerão no evento e têm por objetivo precípuo provocar a discussão e evocar temas que, nem sempre, são lembrados pelos participantes, sejam palestrantes, expositores ou inscritos.

O conjunto é composto por perguntas de caráter geral abordando o conceito de Cidade Educadora e as suas relações com a democracia e com o sistema político, e por perguntas para cada um dos três eixos temáticos do encontro: 'A cidade como espaço de aprendizagem', 'Identidade, diversidade, cidadania' e 'Inclusão, eqüidade, direitos'.

A estrutura do Congresso prevê quatro conferências, duas mesas de debates, 15 Workshops com 75 experiências, 28 experiências no Fórum de Boas Práticas, 108 experiências no Espaço Pôster, duas sessões de cinema, uma sessão plenária de encerramento, além de uma área com estandes das cidades e/ou instituições participantes. A programação inclui visitas monitoradas a experiências de São Paulo como cidade educadora e atividades sociais noturnas.

Em cada Workshop serão apresentadas cinco experiências desenvolvidas em cidades educadoras. A dinâmica desta modalidade prevê 10 minutos para cada apresentação e 30 minutos de debate e perguntas dos participantes com a presença de um mediador. Os Workshops terão tradução simultânea para as quatro línguas oficiais do Congresso (Espanhol, Francês, Inglês e Português) e requerem inscrição prévia.

Em cada Fórum de Boas Práticas as experiências serão apresentadas em 14 minutos cada uma. Nessa modalidade haverá a presença de um organizador, que será responsável apenas por zelar pelo respeito ao tempo. Cada Fórum apresentará sete experiências e não haverá tradução simultânea nesta modalidade.

No Espaço Pôster as experiências selecionadas serão apresentadas por seus autores por meio de um Pôster, em horários indicados na programação e em local especialmente destinado à exposição dessa modalidade. Os trabalhos ficarão expostos durante os três dias do congresso. O resumo e a apresentação deverão ser feitos em um dos idiomas oficiais do Congresso, pois não haverá tradução simultânea desta seção.

Todos os dias do Congresso os estandes funcionarão das 09h00 às 19h00.

Quinta-feira, 24 de abril de 2008

09h00 – 12h00 | Assembléia Geral Ordinária da AICE

14h00 – 14h45 | Cerimônia de abertura pelo prefeito da Cidade de São Paulo Lançamento do livro "Educación y vida urbana: 20 años de Ciudades Educadoras" publicado pela AICE especialmente para o X Congresso

14h45 – 15h45 | Conferência 1: O Conceito de Cidade Educadora: balanço e desafios Coordenador da mesa: Alexandre Alves Schneider – Secretário Municipal de Educação da Prefeitura da Cidade de São Paulo
Conferencista: Montserrat Ballarín - Vereadora de Educação e Fazenda da cidade de Barcelona.

Perguntas sobre O CONCEITO DE CIDADE EDUCADORA

1 - Toda cidade que prioriza políticas públicas, programas e ações governamentais e não-governamentais de educação (ou voltadas à educação) pode ser considerada uma Cidade Educadora? Se, sim, qual a necessidade (ou a "utilidade") desse conceito? Se, não, quais os elementos distintivos a partir dos quais se poderia caracterizar uma cidade como Educadora?

2 - Quem e o quê é propriamente educador na Cidade Educadora: as políticas, programas e ações governamentais de educação? As escolas? Os programas e ações de educação não-governamentais? Tudo isso? Ou o ambiente social favorável à interação educadora?

3 - A conformação de ambientes sociais favoráveis à realização de processos educadores depende de quê fatores?

4 - Se só seres humanos podem educar seres humanos – ou seja, se a educação é o resultado de uma interação entre humanos – quais os novos arranjos sociais capazes de favorecer tais interações, ensejando a multiplicação de atividades educadoras na cidade?

5 - Toda cidade já não é Educadora na medida em que seu tecido urbano é composto por múltiplas redes sociais que aprendem e promovem interações educativas entre as pessoas conectadas nessas redes?

strong>6 - Quem educa em uma Cidade Educadora? Os programas e as estruturas educativas ou o processo democrático? E quem educa a Cidade Educadora?

7 - Quais seriam as novas práticas educadoras correspondentes (ou acordes) às condições de uma Cidade Educadora.

8 - A proposta de Cidade Educadora não implica a existência de uma nova institucionalidade educadora na cidade? Essa nova institucionalidade deveria ser governamental (estatal) ou deveria ser pública em um sentido mais amplo (incluindo parcerias entre os setores governamentais, empresariais e sociais e buscando extrair sinergias da interação entre esses diversos tipos de agenciamento)? Quais seriam as novas instituições educativas próprias (ou mais adequadas) a uma Cidade Educadora?

15h45 – 16h15 | Espaço Pôster

16h15 – 17h45 | Fórum de Boas Práticas 1 (mediante inscrição)
Eixo: A Cidade como espaço de aprendizagem - CEAP
Sala: Chicago

16h15 – 17h45 | Fórum de Boas Práticas 2 (mediante inscrição)
Eixos: Cidade como espaço de aprendizagem / Inclusão, Eqüidade, Direitos / Identidade, Diversidade, Cidadania
CEAP/ IED /IDC
Sala: Tampere

16h15 – 17h45 | Reunião das Redes territoriais da AICE
Rede Espanhola - Rede Francesa - Rede Latino-Americana - Rede Portuguesa

16h15 – 17h45 | Reunião das Redes temáticas da AICE
Primeira Infância - Tecnologia da Informação e Comunicação - Transição Escola-Trabalho

16h15 – 17h45 | Reunião das Cidades não associadas à AICE

17h45 – 19h15 | Workshop A: Inclusão, Eqüidade, Direitos - IED (mediante inscrição) Workshops simultâneos:

Workshop IED A1: Sala Barcelona
Workshop IED A2: Sala Lyon
Workshop IED A3: Sala Jerusalém
Workshop IED A4: Sala Lisboa
Workshop IED A5: Sala Gênova

Perguntas sobre o eixo temático INCLUSÃO EQÜIDADE, DIREITOS

9 – Como aprofundar a dimensão educadora da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), das Cartas de Direitos e Responsabilidades e de outros documentos referenciais de valores? Como promover a educação, transformando-a numa força da cidade?

10 - Como iniciativas como a da "Carta de Montreal sobre Direitos e Responsabilidades" podem constituir uma ferramenta para promover a inclusão e os serviços públicos baseados nos valores dos direitos humanos e dos direitos humanos sociais?

11 – Como podem articular-se, nas políticas locais sobre direitos e responsabilidades dos cidadãos, governo, iniciativa privada e sociedade civil? Em quais instâncias específicas pode se dar essa articulação? Como tal articulação pode combinar controle social dos serviços, eficiência e eqüidade?

12 – A idéia de inclusão social pode ser expressa adequadamente somente como o direito dos cidadãos a receberem algo do Estado? O que as pessoas deveriam fazer em favor da sua própria inserção, além de exigirem os seus direitos do Estado protestando, demandando e monitorando as políticas governamentais? Que responsabilidades as pessoas devem assumir por si próprias para promoverem a sua real inclusão social?

13 – Ao lado da noção de igualdade, sempre enfatizada quando falamos sobre as necessidades de inclusão social, não deveríamos também enfatizar a noção de liberdade para inovar, criar, arriscar e empreender e propor ações coletivas que resultem em uma maior participação democrática da sociedade para promover, via suas iniciativas endógenas, a inclusão dos excluídos?

20h00 – 23h30 | Coquetel na Pinacoteca do Estado
A Pinacoteca do Estado de São Paulo é o museu de arte mais antigo da cidade de São Paulo. Conta com cerca de 7.000 obras entre quadros, gravuras, fotografias, reprografias e esculturas.
Sexta-Feira, 25 de abril de 2008

08h30 – 09h15 | Conferência 2: A cidade como espaço de aprendizagem e a cultura cívica
Coordenador da Mesa: Ladislau Dowbor (Economista, Professor Titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e membro do Comitê Científico do X Congresso)
Conferencista: Antanas Mockus (ex-Prefeito de Bogotá, Diretor da Corporação Visionários pela Colômbia)

09h15 – 10h30 | Mesa de debates
Mediador: Ladislau Dowbor
Palestrante 1: Alfonso Petersen Farah (Prefeito de Guadalajara, México: a confirmar)
Palestrante 2: Cesar Maia (Prefeito do Rio de Janeiro, Brasil: a confirmar)
Palestrante 3: José Fogaça (Prefeito de Porto Alegre, Brasil: a confirmar)
Palestrante 4: Park Wan-Su (Prefeito de Changwon, Coréia do Sul)

Perguntas sobre o eixo temático A CIDADE COMO ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

14 - Ao focalizar prioritária e exclusivamente as escolas como instrumentos ou espaços educativos, não se está contribuindo para uma indesejável escolarização da sociedade (ao invés de promover uma necessária socialização das escolas), diminuindo a importância dos ambientes sociais coletivos que deveriam caracterizar uma Cidade Educadora?

15 - Quais são os principais ambientes educadores extra-escolares que deveriam ser construídos e dinamizados para que uma cidade pudesse ser propriamente caracterizada como uma Cidade Educadora?

16 - Cidade Educadora é uma cidade-que-ensina ou uma cidade-que-aprende e enseja a aprendizagem contínua de seus cidadãos? Antes de perguntar o que é uma 'Cidade Educadora', não deveríamos então perguntar o que é uma 'Cidade que Aprende'? Uma cidade pode ser Educadora se não for, antes, uma cidade capaz de aprender ou uma cidade-que-aprende?

10h30 – 11h00 | Café

10h30 – 11h00 | Espaço Pôster

11h00 – 12h45 | Fórum de Boas Práticas 3 (mediante inscrição)
Eixo: Inclusão, Eqüidade, Direitos – IED
Sala: Bolonha

11h00 – 12h45 | Workshop B: A cidade como espaço de aprendizagem - CEAP
Workshops simultâneos (mediante inscrição):

Workshops CEAP B 6 – Sala Barcelona
Workshops CEAP B 7- Sala Lyon
Workshops CEAP B 8 – Sala Jerusalém
Workshops CEAP B 9 – Sala Lisboa
Workshops CEAP B 10 – Sala Gênovav
14h00 – 19h00 | Visita a experiências educadoras de São Paulo (mediante inscrição)

19h45 – 23h00 | Coquetel na Escola de Samba Unidos de Vila Maria (mediante inscrição)

20h00 – 22h00 | Filme: Cosmópolis, do diretor Otávio Cury
Sessão de cinema no Palácio de Convenções do Anhembi
Sábado, 26 de abril de 2008

08h30 - 09h15 | Conferência 3: Construção de Cidadania em Cidades Multiculturais
Coordenadora da Mesa: Ruth Cardoso (Antropóloga, Presidente da ONG Comunitas e membro do Comitê Científico do X Congresso)
Conferencista: José de Souza Martins (Sociólogo, Professor Titular da Universidade de São Paulo, Brasil)

09h15 – 10h30 | Mesa de Debates
Mediadora: Ruth Cardoso
Palestrante 1: Demétrio Magnoli (Doutor em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo, Brasil)
Palestrante 2: Fernando Pimentel (Prefeito de Belo Horizonte, Brasil: a confirmar)
Palestrante 3: John Peyton (Prefeito de Jacksonville, EUA: a confirmar)
Palestrante 4: Ricardo Ehrlich (Prefeito de Montevidéu, Uruguai: a confirmar)

Perguntas sobre o eixo temático IDENTIDADE, DIVERSIDADE, CIDADANIA

17 – Pelo que se pode depreender das tendências atuais, em um mundo cada vez mais interconectado culturalmente, terão uma inserção mais adequada às experiências de multiculturalismo ou de miscigenação (cultural)?

18 – Se definirmos interculturalidade como uma relação entre pessoas e/ou coletivos culturalmente diferenciados que implica a promoção sistemática e gradual de espaços e processos de interação positiva capazes de generalizar relações de confiança, reconhecimento mútuo, comunicação efetiva, diálogo e debate, aprendizagem e intercâmbio, regulação pacífica dos conflitos, cooperação e convivência (Mato, 2007), multiculturalismo sem interculturalidade é desejável?

19 – Relações de interculturalidade são suficientes para apreender e regular adequadamente o processo de miscigenação (cultural)?

20 – Como podem articular-se (se é que podem) iniciativas de prevenir conflitos (sejam estes de caráter distributivo, inter-geracional, inter-étnico ou inter-religioso) por meio da aplicação de políticas urbanas e iniciativas de instaurar modos democráticos de regulação de conflitos na base da sociedade e no cotidiano dos cidadãos?

10h30 – 11h00 | Café

11h00 – 12h45 | Fórum de Boas Práticas 4 (mediante inscrição)
Eixo: Identidade,Diversidade, Cidadania – IDC
Sala: Gotenburg

11h00 – 12h45 | Workshop C: Identidade, Diversidade, Cidadania – IDC Workshops simultâneos(mediante inscrição):
Workshop IDC C 11 - Sala Barcelona
Workshop IDC C 12 – Sala Lyon
Workshop IDC C 13 – Sala Jerusalém
Workshop IDC C 14 – Sala Lisboa
Workshop IDC C 15 – Sala Gênova

Perguntas sobre CIDADE EDUCADORA E DEMOCRACIA
21 - Péricles, talvez o principal expoente da democracia grega, afirmou – segundo Tucídides, na oração fúnebre proferida no final do primeiro ano da guerra do Peloponeso – "que a cidade inteira é a escola da Grécia e creio que qualquer ateniense pode formar uma personalidade completa nos mais distintos aspectos, dotada da maior flexibilidade e, ao mesmo tempo, de encanto pessoal". Tal relação entre a educação e a vida democrática da polis, não estaria na raiz do novo conceito de 'Cidade Educadora'? Como essa visão poderia ser apresentada em termos contemporâneos? Poder-se-ia afirmar que o investimento na educação do indivíduo para melhorar a sua vida depende do investimento em ambientes coletivos favoráveis à boa governança, à prosperidade econômica e à expansão de uma cultura cívica capaz de melhorar suas condições de convivência social?

22 - No conceito fundante de Péricles, quem educa é a Cidade-Estado ou a koinomia (a comunidade) política (democrática)?

23 - Na ausência de democracia (mesmo que limitada aos mecanismos e processos formais de representação, isto é, como regime político ou forma de administração do Estado) uma cidade poderia se transformar em uma Cidade Educadora?

24 - Quais os novos processos democráticos (participativos) que deveriam ser estimulados para transformar uma cidade em Cidade Educadora?

25 – O cidadão conectado em redes de participação cidadã pode, como tal, fazer política pública ou a política pública é monopólio do Estado? Ou (não sendo monopólio do Estado, mas incluindo também os atores sociais) isso é privilégio apenas das velhas estruturas corporativo-partidárias, das formas de organização tradicionais e burocráticas? A sociedade civil pode, como tal, tomar iniciativas públicas coletivas, aumentando o seu protagonismo e o seu empreendedorismo? E os cidadãos desorganizados (segundo os antigos padrões de organização), porém conectados uns com outros em prol de objetivos comuns, podem participar da composição de uma nova esfera pública não-estatal?

12h45 – 13h30 | Conferência 4: Cidades Educadoras na Era das Redes Sociais Distribuídas
Coordenador da mesa: Augusto de Franco (Articulador do Comitê Científico do X Congresso)
Conferencista: David de Ugarte (Economista, Sócio-Fundador da Sociedad de las Indias Electrónicas, Madri, Espanha)

Perguntas sobre CIDADES EDUCADORAS E REDES SOCIAIS

26 - Se cidades podem aprender, como elas podem aprender? E quem aprende na cidade: apenas os cidadãos, individualmente, ou as redes sociais nas quais tais cidadãos estão conectados? O que aprende uma cidade-que-aprende? Poderíamos dizer que a comunidade se desenvolvendo é sinônimo de sua rede social aprendendo? A rigor, quem educa é a cidade ou são as diversas comunidades de aprendizagem (de prática, ou de projeto) que se formam dentro da cidade?

27 - Considerando que apenas estruturas complexas que apresentam a morfologia e a dinâmica de rede podem aprender, uma Cidade Educadora não deveria ser uma Cidade Rede?

13h30 – 14h30 | Sessão Plenária de Encerramento

15h30 – 17h15 | Sessão de Cinema no Palácio de Convenções do Anhembi

17h30 – 24h | Virada Cultural (mediante inscrição)
A Virada Cultural é um exemplo de experiência de cidade educadora de São Paulo, que leva os cidadãos a se apropriarem do espaço público, assumindo e celebrando a cidade por meio da cultura. Essa maratona oferece gratuitamente, em todos os cantos da cidade, durante 24 horas, uma programação completa que reúne artistas consagrados e jovens promessas com apresentações de teatro, dança, música, poesia, artes plásticas, entre outras manifestações artísticas. O encerramento do X Congresso Internacional de Cidades Educadoras coincide com o início da Virada Cultural, permitindo a seus participantes vivenciar essa experiência com os paulistanos.

A relação das experiências selecionadas para as diversas modalidades está no site: www.aice2008sp.com.br

Augusto de Franco
augustodefranco@gmail.com

10.4.08

HISTÓRIA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO BRASIL



LIVRO CONTA A HISTÓRIA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO BRASIL

Acaba de ser lançado pela Giz Editorial, o livro "CAMINHANDO EM SILÊNCIO -Uma introdução à trajetória da pessoa com deficiência na história do Brasil", de Emílio Figueira. Neste momento quando o tema Inclusão Social e Escolar estar em voga, esta obra traça em suas 184 páginas o percurso das pessoas com deficiência na História do Brasil, passando pelos os indígenas,os jesuítas, a escravidão, o Império, o surgimento da medicina brasileira, a República, os momentos da Educação Especial, chagando à consciência e aos movimentos políticos dessas pessoas e sua autonomia iniciada em 1981. Foca ainda a temática "deficiência" dentro de nossas lendas, literatura e artes em geral. (veja o Sumário abaixo)

Fruto de uma pesquisa sistemática durante dez anos, seu contexto reforça a teoria que a maioria das questões que envolvem as pessoas com deficiência no Brasil - por exemplo, mecanismos de exclusão, políticas de assistencialismo,sentimentos de piedade, caridade, inferioridade, oportunismo, dentre outras -, foram construídas culturalmente. Na organização dos capítulos há uma forma didática e multidisciplinar, visando colaborar com várias áreas como Psicologia, Pedagogia, Sociologia, História, Medicina, Artes e afins.Considerando este trabalho como o nascimento de uma Historiografia especializada em assuntos da pessoa com deficiência no Brasil, Emílio Figueira é psicólogo, jornalista e historiador, sendo este o seu décimo primeiro livro publicado. Como pesquisador há duas décadas na área, conta com mais de quarenta artigos científicos publicados no Brasil e exterior.Atualmente cursa mestrado em Educação: Psicologia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica - PUC/SP.

SERVIÇO: O livro pode ser adquirido no site da editora  www.gizeditorial.com.br ou na rede da Livraria Cultura.

SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO

INTRODUÇÃO

UNIDADE I - PRIMEIROS ECOS HISTÓRICOS

Capítulo 1 - Índios: A política de exclusão entre nossos primitivos

Capítulo 2 - A Companhia de Jesus: o assistencialismo dos Jesuítas

Capítulo 3 - Violência gerando deficiência entre os escravos

Capítulo 4 - Medicina, hospitais e reabilitação: O estabelecimento da cultura 
"deficiência associada à doença



UNIDADE II - MOMENTOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

Capítulo 5 - O início das instituições e entidades assistenciais (1854-1956)

Capítulo 5 - Legislações e políticas nacionais (1957 aos dias atuais)

Capítulo 7 - Algumas entrelinhas da Educação Especial



UNIDADE III - CONSCIÊNCIA E ORGANIZAÇÃO POLÍTICA

Capítulo 8 - 1981 - O Ano Internacional de Pessoa Deficiente no Brasil

Capítulo 9 - Movimentos políticos da pessoa com deficiência

Capítulo 10 - As Representações Sociais geradas pelos Movimentos



UNIDADE IV - LENDAS, ESCRITORES E ARTISTAS HISTÓRICOS BRASILEIROS

Capítulo 11 - O assunto deficiências em algumas lendas brasileiras

Capítulo 12 - Nas entrelinhas de nossa literatura

Capítulo 13 - No contexto das expressões artísticas