Agradecimentos
 
 

Este trabalho deve muito a algumas pessoas e instituições, por diferentes razões, e eu gostaria de agradecer especialmente:

Ao meu orientador, Prof. Dr. José Guilherme Cantor Magnani, por compartilhar comigo a festa, também seu tema de pesquisa, sendo um interlocutor disposto a oferecer estímulos e, principalmente, a percorrer novos caminhos, ouvir com interesse e ânimo todas as questões, dúvidas e problemas que surgiam durante o processo de reflexão. Por ser um interlocutor paciente e generoso e pela coragem de ousar trabalhar com novas idéias e conceitos, correndo os riscos inerentes a esta atitude. Por sua amizade, principalmente. Pela compreensão silenciosa dos momentos difíceis pelos quais passei, permitindo que meu tempo interno fluísse, respeitosamente. Pela alegria de trabalharmos juntos.

À Profa. Dra. Silvia Caiuby Novaes, também minha professora desde a graduação, por ter despertado meu interesse pelas questões de identidade e estilos de vida e pelas excelentes sugestões oferecidas durante o exame de qualificação, mesmo se algumas delas não pude (ou soube) aproveitar devidamente.

À Profa. Dra. Maria Lúcia Montes, que me ofereceu, também durante o exame de qualificação, muitas sugestões, exemplos e críticas fundamentais à reelaboração e aprumo da abordagem que eu vinha fazendo de meu tema. Por sua instigante argüição na Banca do exame final. Por seu estímulo ao meu trabalho.

Ao Prof. Dr. Carlos Rodrigues Brandão, por seu fundamental trabalho sobre festas e romarias e por sua generosa argüição na banca final.

Ao Prof. Dr. Reginaldo Prandi, pela confiança depositada em meu trabalho, recomendando-me como pesquisadora à ANPOCS, da qual obtive uma dotação para os últimos meses da tese. Por suas argutas observações na Banca Examinadora final. Pela sua amizade, especialmente.

Ao Prof. Dr. Sérgio Figueiredo Ferretti, amigo e colega nos estudos sobre festas, por seu incentivo e disponibilidade em trocar informações e por sua fina argüição no exame final.

A Vagner Gonçalves da Silva, não como antropólogo doutor que é, mas como companheiro querido, por partilhar comigo todo o processo de produção da tese, desde o projeto de pesquisa, sendo minha mais importante fonte de apoio intelectual e afetivo, sem os quais certamente esta tese não chegaria ao fim. Sua existência é minha festa interior.

À Profa.Marita Derek Sasse da Universidade Regional de Blumenau, pelas muitas informações e por sua generosidade, enviando-me dados e fontes de informação sobre a Oktoberfest de Blumenau no instante mesmo em que soube de meu interesse por ela.

À amiga Maria Thereza Lemos de Arruda Camargo que em sua imensa generosidade presenteou-me com grande parte de sua riquíssima e rara coleção de livros, artigos, revistas e slides sobre o folclore brasileiro. Orgulho-me muito de ter sido merecedora de tão grande confiança, apoio, amizade e de compartilhar com ela interesses comuns.

À amiga Letícia Vidor dos Reis, por excelentes sugestões e pelas trocas que fizemos a respeito de música, samba, festa e alegria no Brasil. Por sugestões bibliográficas valiosas. Pela sinceridade de nossa amizade acima de qualquer outra coisa.

Ao amigo Carlos Eugênio Marcondes de Moura, por seu permanente interesse e pelo empréstimo de alguns livros que já não se encontram com facilidade; além, é claro, de sua amizade, alegria e uma irmandade toda especial que partilhamos desde nosso primeiro encontro.

A Daniel Lobato, pelas muitas informações sobre o Círio de Nazaré do Pará. Suas informações sobre a origem do Círio foram valiosas, do mesmo modo que as que me ofereceu sobre a festa hoje em dia, com as quais atualizei meus dados bibliográficos.

Aos meus informantes  encontrados nas salas de International Relay Chat (IRC), que atualizaram meu conhecimento das festas nos lugares onde eles vivem, falando muitas vezes de sua participação, como a viam e sentiam: Erik, Monika, Max, Victor, Marco, Celso e Matheus (de Blumenau, Santa Catarina) Stefanie e Carlos Cesar (de Mato Grosso), Alexandre, Gianni, Rubia, (de Anápolis, Goiás) Nevinha e Paulo (de Goiânia, Goiás). A Osvaldo e Johan de Manaus, Eder e Fábio (de Caruaru) e Edmir (de Garanhuns), em Pernambuco, Anderson (de Campina Grande na Paraíba), Daniel, Ribamar e Allison (de Belém, no Pará), que buscaram telefones e contatos com as Secretarias de Turismo locais, às quais também agradeço pelas informações.

A Pedro, Rachel, Luiz Fernando, Fernando, Tom, Jean, Ladislau, Dan, Stefan, Chester, Rodrigo, Bia, Dani, Glauro, Renato, Tania, Marco, Ernani, Leonel (da Livraria Cultura), Armando e tantos outros que foram tão importantes durante este cinco anos de dedicação à tese.

À minha família, por todo apoio, carinho e amor, especialmente à minha mãe, por suportar pacientemente uma filha distante da vida familiar durante cinco anos. No entanto, é ela mesma a razão disto tudo, e é a ela que ofereço a minha festa.

Ao CNPq, que financiou durante 36 meses minha pesquisa e à Fundação Ford, que me ofereceu, através da Associação Nacional de Pós Graduação em Ciências Sociais, uma dotação para finalização da tese.

A todos agradeço, profundamente, e dedico o resultado do trabalho.
 
 

Rita de Cássia Amaral
São Paulo, abril de 1998.
janeiro de 2000.

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